MERCADO DE IMÓVEIS


Metro quadrado dos imóveis sobe em média 20% a 25% a cada 12 meses

Diego Amorim

Publicação: 27/12/2009 08:25 Atualização: 27/12/2009 08:41

Nos últimos cinco anos, o mercado imobiliário do Distrito Federal vem mantendo um forte ritmo de valorização. A cada ano, o preço do metro quadrado sobe em média entre 20% e 25%. Ao lado do Rio de Janeiro, o DF fica atrás apenas de São Paulo em volume de vendas e faturamento. Em 2009, a valorização foi ainda mais forte. Nos primeiros lançamentos do Setor Noroeste, o preço do metro quadrado, que já beira os R$ 10 mil, assustou, mas ainda assim não faltaram compradores. Pelas previsões do setor, o metro quadrado deve chegar em breve a R$ 12 mil. Antes restrita ao Plano Piloto, cujo tombamento explica em parte a disparada de preço dos espaços, a valorização se expandiu para as demais cidades do DF e até mesmo para o Entorno.

De acordo com o presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Adalberto Valadão, em 2009 a valorização do metro quadrado variou de 15% a 40%, dependendo da localidade. "A tendência é de um 2010 ainda melhor. Há muita gente querendo comprar, a demanda é grande. E os financiamentos, que voltaram a existir com abundância, estão cabendo no bolso das pessoas. A explosão do mercado começou há cinco anos e ainda não parou", afirma.

O surgimento de novas áreas para investimento aqueceu o mercado em 2009. O foco das empresas não se restringiu ao Plano Piloto e a Águas Claras. Com a escassez de terrenos livres na região central, as incorporadoras descobriram um nicho próspero em cidades como Samambaia, Ceilândia e Taguatinga, além de Valparaíso e Águas Lindas, ambas em Goiás. É cada vez maior o número de investidores nessas áreas periféricas. Muitos que não podem desembolsar R$ 10 mil por metro quadrado no badalado Noroeste, por exemplo, pagam até quatro vezes menos longe do Plano.

Os lançamentos nas cidades do DF fizeram a Brasal Incorporações ter um ano considerado excelente, com um montante de R$ 250 milhões em vendas. "Levamos para Samambaia, Ceilândia e Gama propostas de condomínio que antes eram exclusivas da classe alta", comenta o diretor da empresa, Dilton Junqueira. Em Samambaia, todas as 360 unidades de um mesmo empreendimento foram vendidas em menos de um mês. A expectativa para o ano que vem é movimentar R$ 400 milhões. Cinco novos empreendimentos estão previstos: três no Noroeste e dois em Samambaia.

Previsões
As imobiliárias estimam que 20% dos imóveis vendidos este ano no DF se incluem no chamado segmento econômico, cujo valor do metro quadrado não passa de R$ 2,5 mil. O programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, oxigenou esse mercado. Atentas a essa expansão, empresas locais e de fora têm se preparado para uma nova realidade. O Grupo Lopes Royal, por exemplo, trouxe para Brasília a Habitcasa, especializada em imóveis do segmento econômico. A nova empresa vai atender, em 2010, interessados em comprar imóveis de até três quartos nas cidades do DF e Entorno.

Há um ano, a construtora e incorporadora Rossi, presente em 61 cidades do Brasil, abriu escritório na capital federal para fechar parcerias no Setor Noroeste e também algumas voltadas para as classes C e D. No primeiro semestre de 2010, começarão as vendas de unidades de condomínios nas cidades goianas de Valparaíso e Cidade Ocidental. A comercialização ficará por conta da Rossi Ideal, empresa criada para cuidar especificamente dessa modalidade. Os apartamentos custarão a partir de R$ 64 mil. As obras devem gerar pelo menos 3 mil empregos.

Em parceria com a Paulo Octávio Investimentos Imobiliários, a Rossi lançou dois empreendimentos no Noroeste: um prédio com apartamentos de dois e três quartos e outro com apartamentos de quatro quartos. O tamanho dos imóveis, que ficarão prontos só em 2012, varia entre 73 e 536 metros quadrados. O preço gira em torno de R$ 9 mil o metro quadradro. "Brasília é um dos principais mercados do país, por isso queremos chegar para ficar", diz o diretor regional da Rossi, Frederico Kessler.

A valorização do Noroeste impressiona. Em novembro último, as primeiras quitinetes do bairro chegaram a ser comercializadas por meio milhão de reais. Os imóveis têm entre 31 e 67 metros quadrados e chegam a custar R$ 556 mil. Apesar do preço, quase todas as unidades desse empreendimento estão vendidas. Aliás, cerca de 80% das projeções lançadas no Noroeste já têm dono. O bairro será o último setor habitacional a ser construído na área tombada de Brasília. (colaborou Mariana Flores)

Financiamento
Programa que promete viabilizar a construção de 1 milhão de moradias para famílias com renda de até 10 salários mínimos (R$ 4.650). Para isso, o financiamento é facilitado e o governo faz parcerias com estados, municípios e iniciativa privada.

Mão de obra
O mercado imobiliário aquecido traz à tona o problema da falta de mão de obra na construção civil. Na tentativa de suprir o deficit, os empregadores têm recrutado gente em Goiás e Minas Gerais e nas regiões Norte e Nordeste. Em 2009, o setor foi o que mais absorveu mão de obra no DF. Mesmo assim, as 65 mil pessoas empregadas em canteiros de obra não são suficientes para atender a demanda.

Leia mais na edição impressa do Correio Braziliense deste domingo (27/12)

 


Economia a todo vapor

Indústria, construção civil, comércio e setor de serviços do DF apresentam índices bastante positivos no faturamento e na empregabilidade. A perspectiva para 2010 é de crescimento elevado, tendo em vista a ocorrência de eventos importantes como os 50 anos de Brasília e as eleições

     Sheila Oliveira spereira@jornaldacomunidade.com.br  Redação Jornal da Comunidade

As principais pesquisas realizadas pelos órgãos que medem a economia do Distrito Federal, como Instituto Fecomércio e Federação das Indústrias (Fibra), ainda não fecharam os dados do mês de dezembro, mas já é possível afirmar que a economia do DF apresenta índices positivos com relação ao ano de 2008. Desde outubro os setores da indústria, comércio, serviços e construção civil apontam o reaquecimento da economia.


A retomada da demanda interna é comemorada pelo empresariado da capital que aposta em um crescimento acima da média para 2010. O indicador de expectativa para a economia local no último trimestre de 2009 atingiu 68,59 pontos, 6,2% acima do observado no terceiro trimestre. A previsão orçamentária do GDF para obras de infraestrutura  em 2010 será em torno de R$ 1,5 bilhão.


De acordo com o presidente da Federação das Indústrias do DF, Antônio Rocha, o ano que se inicia será atípico devido aos grandes eventos que vão movimentar a capital federal como a comemoração do cinquentenário de Brasília, a Copa do Mundo e as disputas eleitorais. “Fechamos o ano de 2009 com indicadores positivos e com as esperanças renovadas e perspectivas positivas para 2010, com os investimentos para a Copa do Mundo e a implantação do Parque Tecnológico Capital Digital”, avaliou.


A pesquisa Indicadores de Desempenho da Indústria do DF realizada pela Fibra em parceria  com o Instituto Euvaldo Lodi, e apoio do Sebrae-DF, demonstrou que o faturamento industrial cresceu 1,13% somente no mês de outubro, o emprego 1,57% e a utilização da capacidade instalada 1,37 ponto percentual, passando de 65,41% para 66,78%. No acumulado do ano, o faturamento cresceu 4,84%, o pessoal empregado 2,56% e a capacidade instalada ficou em 64,06%. A estimativa é de que o ano encerre com um crescimento aproximado de 4%, caso a variável mantenha em novembro e dezembro o mesmo ritmo de outubro.


O acumulado de 2009 até o mês de outubro apresentou expansão de 2,56% com relação ao mesmo período de 2008. Segundo especialistas, essa taxa reconduz o emprego industrial no DF aos níveis pré-crise. “2009 pode ser considerado um ano positivo para a indústria na capital federal, cenário que contrasta com o contexto nacional, que enfrentou mais severamente os efeitos da crise financeira internacional”, ressalta o presidente da Fibra, Antônio Rocha.


A singularidade da indústria brasiliense frente às demais regiões brasileiras é a concentração da oferta de bens de consumo semi-duráveis e não-duráveis como alimentação, vestuário, móveis e gráfica.  Mas não se deve esquecer do fato de o mercado consumidor do DF concentrar a maior renda per capita do país devido o grande número de pessoas empregadas no setor público.


O que propiciou o consumo na capital durante o período mais intenso da crise como afirma Antônio Rocha. “Enquanto a indústria no DF manteve um ritmo gradual de expansão, na maioria das capitais brasileiras o quadro foi de suave recuperação. Essa diferenciação entre o DF e as demais regiões se deve às características peculiares da economia brasiliense”.


A expansão da produção medida pela capacidade instalada, que atualmente apresenta o índice de 64%, demonstra a  potencialidade de crescimento do setor sem pressionar os preços.

Construção civil lidera o crescimento
O setor de maior destaque na economia do DF em 2009 promete aumentar o ritmo de crescimento por conta de novos investimentos em toda a região brasiliense como a Linha Verde, corredor de seis pistas de rolamento, diversos viadutos e retornos ligando o Plano Piloto às cidades-satélites mais populosas. A obra está estimada em R$ 244 milhões vai ganhar também ciclovia, 17 passarelas e paradas de ônibus adaptadas.


Além do recapeamento e duplicação de pistas em vários pontos do Distrito Federal e instalação de sistemas de drenagem pluvial. Uma das principais obras do governo incluídas no PAC da Copa do Mundo, o veículo leve sobre trilhos (VLT) que irá ligar o aeroporto até o fim da Asa Norte prevê gastos de R$ 1,55 bilhão com previsão de encerramento para 2012.


O setor de construção civil foi um dos que mais empregaram nos últimos meses. De outubro de 2008 ao mesmo mês de 2009, o mercado brasiliense criou quase 50 mil postos de trabalho. Desse total, 15 mil estão na construção civil, segundo dados da Pesquisa de Emprego de Desemprego realizada pelo Dieese. O dado corresponde a uma contribuição positiva de 30% para o crescimento  do nível ocupacional nesse período. Carreiras como corretores de imóveis começam a ganhar mais espaço no mercado de trabalho. No Brasil, o segmento registrou um recorde no nível de emprego com mais de 2 milhões de trabalhadores empregados com carteira assinada.


O custo do metro quadrado no Distrito Federal  (CUB/m2) fechou o mês de novembro a R$ 764,24 com variação positiva de 1,83% em relação ao mês de outubro. No primeiro semestre de 2009, o metro quadrado apresentava variação negativa de 1,66%, redução de
R$ 6,71. A diminuição no valor do  CUB ocorreu devido à redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para os materiais de construção.


Segundo o Sindicato da Indústria da Construção Civil do DF (Sinduscon-DF), a indústria da construção civil cresceu mais de 15%. O principal motivo desse aumento é o perfil dos consumidores, formado majoritariamente por servidores.

Serviços e comércio alavancam a economia
O último trimestre do ano é o período mais significativo para o setor de serviços e comércio. As vendas nessa época contribuem para o índice positivo do setor na economia do DF. De acordo com as expectativas do Sindicato do Comércio Varejista do Distrito Federal (Sindivarejista) com as vendas de Natal em 2009, o segmento aguarda um aumento da ordem de 8% no faturamento anual, na comparação com 2008. As condições facilitadas para o pagamento como o aumento no prazo das prestações, redução da taxa de juros e, sobretudo, a queda do desemprego são os principais motivos para o aquecimento do comércio.


A pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista do DF realizada pelo Instituto Fecomércio demonstraram que as vendas em novembro de 2009 aumentaram 5,50% em comparação com o mesmo período de 2008. O índice colabora para as expectativas positivas do setor para 2010 apesar de o balanço anual ainda não ter sido fechado. “ Ainda não fechamos o balanço do setor de comércio e serviços, pois acontece sempre no final de cada mês. Mas a perspectiva é de que dezembro apresente um crescimento entre 5 a 6% comparado ao mesmo período do ano passado, no qual a economia internacional passava pelo pior momento da crise”, afirma o presidente da Fecomércio/DF, senador Adelmir Santana.


O segmento vestuário foi o que apresentou maior crescimento no mês de novembro com alta de 21,8%, seguido por tecidos e lojas de utilidades domésticas com expansão de 11,8% e 8,1% respectivamente.


A oferta de empregos segue a tendência de alta dos outros setores registrando aumento de 5% em novembro comparado ao mês anterior. Ainda em comparação com o mesmo período de 2008 a mão-de-obra ocupada no setor subiu 5,38%. Até novembro, o setor de serviços e comércio apresenta saldo positivo de 5,42%.

Perspectivas para 2010
Na economia a impressão dos empresários é  um dos melhores termômetros para medir as expectativas principalmente em relação ao mercado de trabalho. Para 2010 as  perspectivas são as mais otimistas. A economia brasileira espera um crescimento de 5,5%. O DF seguirá o contexto nacional. A Federação das Indústrias do Distrito Federal aguarda um crescimento na ordem de 7,5% no faturamento.


A Fecomércio estima que o setor de serviços e comércio apresente um aumento entre 6 a 8%. “Fizemos uma enquete com o empresariado de Brasília e confirmamos que todos eles estão confiantes de que o ano de 2010 será bem melhor do que este ano. O setor de serviços e comércio deve apresentar um crescimento de 8%. O ano eleitoral pode aumentar essa perspectiva visto que aumenta o número de contratações temporárias”, ressalta Adelmir Santana.


 

Que conta deve ser feita?
O mais crítico ao investir em um imóvel é saber usar a métrica correta para avaliar o valor do aluguel e só então classificá-lo. Isso significa saber analisar se o montante recebido pelo aluguel é interessante diante de valores cobrados em imóveis similares. Não há consenso, mas o percentual mais aceito entre os especialistas é o que oscila entre 0,5% e 0,7% do valor do imóvel, ao mês, o que corresponde a respectivamente 6% e 8,5% ao ano.

A conta é simples. Vamos assumir 0,6% e usar R$ 100.000,00 como valor do imóvel. Alugá-lo por R$ 600,00 seria considerado normal e dentro da faixa esperada. Esse balizador é importante para que você possa analisar regiões de preços diferenciados e(ou) alternativas para algum imóvel que já possui. Deixo meu testemunho particular: tenho um imóvel alugado por 0,87% de seu valor. Ele rende aproximadamente 10,5% ao ano, percentual considerado bastante elevado para um imóvel. Estou satisfeito.

Quais as alternativas?
Ganhar dinheiro com imóveis não é tão simples e trivial como nos ensinam os livros e familiares. Na verdade, nunca foi. Algumas boas alternativas para fazer patrimônio através de imovéis são:

 

  • Comprar para alugar. Costumo dizer que o retorno mínimo aceitável de um imóvel residencial deve ser 0,7% ao mês, valor maior que os 0,6% praticados por especialistas. A razão pela qual uso 0,8% é bastante óbvia: retornos anuais próximos de 8% podem ser facilmente obtidos através de títulos públicos, algo muito menos arriscado. Sugiro que use o mesmo raciocínio;

 

  • Comprar para vender. De forma geral, pensando nos menos aventureiros, prefira comprar imóveis na planta para então revendê-los depois de prontos. Garimpar imóveis baratos e com potencial de alta não é tarefa fácil e requer muita disciplina;

 

  • Construir, lotear e vender. Essa alternativa requer maior conhecimento de engenharia civil e maior disposição de capital, mas é uma alternativa bastante lucrativa.

 

Não pretendo me aprofundar nas alternativas citadas, podendo assim explorá-las em futuros artigos. O texto atual permanece restrito ao imóvel residencial. Portanto, não faça julgamentos sobre esta ou aquela sala comercial usando as dicas deste post.

 

Opinião de especialistas


Nada melhor que ler alguns comentários de especialistas para refinar nosso conhecimento sobre o assunto e facilitar o juízo de valor sobre imóveis e seus ganhos. Em recente entrevista à revista Estadão Investimentos, a superintendente de Habitação da Caixa Econômica Federal, Vera Lúcia Vianna, sugere a compra na planta e posterior venda

 

Consulte sempre um corretor de imóveis devidamente habilitado pelo orgão gestor na sua região CRECI-DF.

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  • Brasil caminha para modernização, mas ainda enfrenta velhos problemas

    Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do IBGE, em 2008, quase 18 milhões de residências tinham computador. Um crescimento de 21% em relação a 2007.

    A internet chega a 13 milhões e 700 mil domicílios. Um aumento de quase 23% em relação ao ano anterior. As telecomunicações também estão mudando o Brasil. Mais de 80% das residências têm um telefone fixo ou celular. No caso dos aparelhos móveis é um aumento de 22,5% em relação a 2007.

Edição:  Luciano Dias  | Fonte:  JG


O Setor Hoteleiro Norte ganhará, em breve, novo residencial com serviço. O empreendimento, localizado ao lado do Brasília Shopping, será formado por unidades de até 40m2  e com alto padrão de hotelaria. Será a grande novidade no centro da cidade.


No DF há algumas construções destinadas a esse segmento. Contudo, muitos prédios são voltados para salas comerciais. E essa nova construção visa atender, principalmente, as pessoas que desejam comprar o imóvel para residir ou investir para alugar.

 

GESIANE ALVES
galves@jornaldacomunidade.com.br
  Redação Jornal da Comunidade


QUINTA-FEIRA, 17 DE SETEMBRO DE 2009

Por que investir em imóveis?

De acordo com a análise de mercado dos especialistas existe uma previsão de que para os próximos dez anos haverá uma demanda no Brasil de cinco milhões de moradias por ano, razão pela qual os imóveis deverão se valorizar bastante.
O fato é que a grande maioria da população brasileira é composta de jovens que sonham em casar-se de ter filhos. Dessa forma possuir hoje um imóvel próprio tornou-se o sonho dourado de todos que estão ou começarão a pagar aluguéis. Afinal de contas quem casa quer casa!
Além disso, considerando a questão de investimento seguro, no Brasil investir em imóveis é vantajoso pela solidez e baixos riscos com relação a outros tipos de investimento. O setor imobiliário tem características próprias como a facilidade na obtenção de crédito, prazos longos e juros baixos.
Por esses motivos muitas pessoas investem em imóveis. O imóvel próprio constitui um porto-seguro para o seu dinheiro. É uma estratégia inteligente que preserva a sua economia dos períodos de alta inflação e de eventuais políticas de governo que possam afetar o seu patrimônio.

fonte: http://www.terradosimoveis.com.br/index/investimentoseguro
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